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Medalha Combatente da Força Pública

Ela foi idealizada pelo nosso diretor Marcelo Covatz.

A referencia da medalha Combatente da Força Publica reflete a necessidade de resgatar nosso passado. E conciliar essas duas perspectivas da história militar – o cidadão-guerreiro e o soldado profissional. A ideia do Combatente da Força Publica, seja ele o soldado profissional ou o voluntário arregimentado e disciplinado, ambos combatendo sob os rigores da lei constitucional e da convenções militares, estavam também imbuídos por um sentimento heroico, de defensor de sua gente e sua terra, e dela pertencer e por ela viver.

O Combatente da Força Pública em 1932 foi o militar profissional organizado em batalhões reforçados por voluntários civis, o civil se fundiu ao militar,  lutaram por seu dever cívico, patriótico. O Combatente da Força Pública em 1932  foi o herói que se dispôs ao sacrifício, defendendo até as ultimas consequências sua sociedade e seus valores. A mística de 32, nos permite pensar que é preciso resgatar essa figura antiga do guerreiro cidadão, ciente do seu compromisso patriótico e defensor dos valores sociais, mantendo-o e conciliado com a necessidade da ordem institucional e disciplina técnica do militar profissional.

Hoje precisamos pensar no militar e no policial, não apenas como um profissional zeloso, mas como nossos heróis do dia a dia, que se arriscam cotidianamente preservando e protegendo a sociedade. Ao mesmo tempo em que temos que compreender que devemos permitir que essa sociedade possa e deva, ao lado daqueles aquartelados, se responsabilizar, não só por sua própria segurança, mas pelo seu próprio destino, e assumir a sua parte na defesa de seus valores morais e seus bens na proteção de sua pátria, na trincheira do dia a dia, como professor dedicado, como engenheiro responsável, como médico atencioso, como comerciante honesto, trabalhador diligente. Queremos novamente cidadãos-guerreiros, honestos e que amem e defendam sua pátria e sua gente, tornando-se referencia de retidão para todos. E se preciso for devem defender novamente sua pátria nas trincheiras do campo de batalha.

Por isso outorgamos a presente comenda Combatente da Força Publica, para representar o proposito do Instituto Histórico Militar, resgatando a historia e preservando valores, para manter a nossas instituições militares e policiais    integras, autônomas e respeitáveis. Reconhecendo e valorizando o trabalho do policial militar e civil, e dos militares em geral.  E também resgatar e instigar o amor de nossos compatriotas, civis, ao país, suas instituições, sua histórica e as coisas de nossa terra, retomando o seu papel cívico e seu compromisso como cidadãos. 

Medalha Domingos Jorge Velho.

Ela foi idealizada pelo nosso diretor Marcelo Covatz, possuindo a éfige do Bandeirante Domingos Jorge Velho, sob uma cruz de Cristo representando a missão civilizacional dos conquistadores. E laureada com as cores lusitanas, reafirmando nossa identidade cultural.

A medalha Domingos Jorge Velho é uma homenagem ao grande bandeirante e seu papel na conquista e pacificação de parte do território que compõe o Brasil.

O bandeirante foi o líder que organizava e dirigia as tropas á frente de seus homens, dando-lhes o exemplo de força e determinação. E Domingos Jorge Velho foi o Bandeirante por excelência,  comandante na conquista e pacificação do sertão nordestino, vencendo as tribos indígenas hostis. Ele próprio era um caboclo, descendente de portugueses e índios, chefiou milhares de brancos, índios e caboclos em suas missões. A Bandeira representa a essência do Brasil, uma força miscigenada que não coloca a condição de nascimento ou a cor da pele como critérios de posição social.

O Bandeirante Domingos Jorge Velho, um caboclo, ingressou nas missões pelos sertões e foi subindo de posição até se tornar um dos maiores Bandeirantes da História. Caboclo como nosso futuro vice-presidente, que juntou-se ao exército e galgou os postos por competência até a posição máxima de general.

Essa medalha é uma homenagem à grandeza dos homens que fizeram o Brasil, que conquistaram não apenas territórios, mas também os corações daqueles que neles habitavam. Nossa Pátria é uma nação agregadora e não desagregadora. Recebe a todos de braços abertos e não com ódios separatistas. (nos separar em brancos, negros, índios; homens e mulheres; jovens e velhos; sulistas e nortistas; etc)

Ali atrás os senhores podem observar nesse quadro, alguns dos brancos e índios, homens e mulheres que construíram nosso país, não separados, mas juntos, seus descendentes sairiam desta terra e logo lutariam contra espanhóis, franceses, ingleses, holandeses, portugueses, paraguaios, derrotando a todos eles, para fazer do Brasil uma Nação grande, unida, e miscigenada sem segregacionismos ou outros ismos que dividem e destroem as sociedades.

Não podemos temer ou nos envergonhar de nosso passado, Ele foi povoado por grandes homens, grandes lideres que enfrentaram grandes provações, e fizeram o seu melhor. Usaram da Força para impor a necessária ordem, justiça e paz. Os Bandeirantes foram homens de guerra de um tempo de guerras. Fizeram a sua parte e garantiram a paz para todos nós, conquistando terras e miscigenando gentes. Nenhuma nação ameaçará novamente nosso pais. Nenhuma ideologia irá separar nosso povo.

Essa Medalha Domingos Jorge Velho, é uma homenagem a Força, sim.  Força dos homens, força dos líderes. É a força que junta as pessoas. É a Força que combate invasores. É a força que inibe criminosos.

Ter essa medalha em seu peito constitui  não apenas uma demonstração de apreço por sua dedicação ao trabalho na segurança pública, mas a dignificação de seus esforços em preservar a nossa história e nossos valores, e sobretudo uma recordação permanente da responsabilidade de ter a postura e abnegação dos nossos heróis do passado, em defender nossa gente e nossa terra.